Que me perdoem os leitores a brincadeira num jornal tão sério. Mas depois de, como falsa loira, ter ouvido, ao longo dos anos, aquilo que os homens pensam das verdadeiras - espero não ter constituído um caso particular -, não resisti à tentação de passar ao papel um texto que um grande amigo me mandou do Brasil. Apesar da broma que o texto envolve, não será que ele retrata um "bocadinho" da realidade? Ora vejam:
Os homens bons são feios.
Os homens bonitos não são bons.
Os homens bonitos e bons são gays.
Os homens bonitos, bons e heterossexuais estão casados.
Os homens que não são bonitos mas são bons não têm dinheiro.
Os homens que não são bonitos mas que são bons e têm dinheiro só pensam que as mulheres estão atrás do seu património.
Os homens bonitos que não são bons e são heteros não acham que sejamos suficientemente bonitas.
Os homens que nos acham bonitas e que são heteros, bons e têm dinheiro habitualmente são tolos.
Os homens que são bonitos, bons, têm dinheiro e graças a Deus são heteros são tímidos e nunca dão o primeiro passo!
Os homens que nunca dão o primeiro passo automaticamente perdem o interesse por nós quando tomamos a iniciativa.
AGORA DIGAM LÁ... QUEM É QUE, NUM MUNDO DESTES, CONSEGUE ENTENDER OS HOMENS?
Moral da história: Os homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e é dever da mulher espezinhá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem numa boa colheita para fazer companhia ao jantar.
Já calculo a indignação masculina com um texto destes num jornal de economia. Mas, sejamos francos, não é de dinheiro e de aplicações que ele trata? Ou, dito de outro modo, do que se considera ser o melhor investimento que uma mulher, loira ou morena, pode fazer na a sua vida?
E se fosse, ao contrário, uma história de loiras burras, que não se interessam por nada para além de jóias ou peles? Nesse caso, creio, já seria mais aceitável!
A minha única desculpa reside no facto de ter avisado, a tempo, a directora destas páginas, de que não me enquadrava no perfil dos seus colaboradores. Ela é que decidiu confiar em mim. Espero que, agora, se não arrependa...
Helena Sacadura Cabral , D.N. Economia
Helena Sacadura Cabral , D.N. Economia
2 comments:
está provado então que é mesmo dificil encontrar o homem certo, mas há que procurar com atenção nas garrafeiras da vida. no entretanto vão-se bebendo uns copos!!!!
Adorei a parte:
"Moral da história: Os homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e é dever da mulher espezinhá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem numa boa colheita para fazer companhia ao jantar."
Fantástico!!!
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